A Galeria Rastro apresenta uma seleção de obras gráficas de Júlio Pomar. A
exposição inaugura no dia 31 de outubro, às 18h00, na Rua da Liberdade, n.º 14,
na Figueira da Foz, e estará patente até 12 de dezembro.
Reunindo serigrafias e litografias, a mostra constitui uma antologia breve da obra do
artista, num percurso cronológico que vai dos anos 1960 aos anos 2000. É uma
aproximação eficaz aos grandes temas de Pomar, revelados através de diferentes
linguagens e fases. Perante uma obra que se estendeu por sete décadas, de 1942
a 2018, o panorama é necessariamente reduzido, mas consegue ser representativo.
Até à partida para Paris, em 1963, a gravura foi uma das suas práticas mais
destacadas, a par da escultura, da cerâmica e da grande decoração mural, como
no Cinema Batalha, no Porto. Pomar foi, aliás, um dos pioneiros da gravura
moderna em Portugal e um dos fundadores da cooperativa Gravura, que, até finais
dos anos 1970, assegurou a ampla difusão das suas edições e criou um vasto
círculo de colecionadores fiéis.
Visitas:
Segunda a sexta-feira: 9h00–13h00 e 15h00–19h00
Sábados e domingos: durante a tarde