Oferece uma visão pessoal enquadrada numa utopia, na qual o habitat humano e o seu território são representados. As suas obras convidam à reflexão sobre o indivíduo através da paisagem que o rodeia, onde, nas suas próprias palavras, "o espectador é simultaneamente protagonista e habitante do espaço representado".
Eduardo Query, destaca que "os materiais utilizados questionam a sua própria natureza, sendo empregados de forma ambígua que constrói um espaço místico à mercê da interpretação do espectador. A sua própria natureza cria o seu próprio discurso, questionando a sua verdadeira aparência e a sua capacidade de se integrarem no mesmo espaço para construir uma imagem diferente."
O tratamento minimalista dos planos de cor que nos remete à simplicidade e à poética da arte japonesa.